segunda-feira, 5 de julho de 2010

Instituições de Comércio Justo

Depois da vossa pesquisa, que instituição sugerem que promova o Comércio Justo? Não esqueçam de identificar os artigos disponibilizados.
(Formadora de CE)

O que é o Comércio Justo?

O Comércio Justo estabelece uma relação igualitária entre todos os participantes na cadeia de comercialização: produtores, trabalhadores, importadores, lojas de Comércio Justo e consumidores.


Assim, o Comércio Justo promove a justiça social e económica, o desenvolvimento sustentável, e o respeito pelas pessoas e pelo meio ambiente, através do comércio e da sensibilização dos consumidores. Desta forma prova que os lucros, os direitos dos trabalhadores e o respeito pelo meio ambiente não são objectivos incompatíveis.


Um dos seus grandes objectivos é esbater o fosso Norte/Sul, proporcionando uma série de apoios aos produtores desfavorecidos dos países em desenvolvimento, tais como:

  • Um pré‐financiamento de 50% para a sua produção.
  • O pagamento do preço justo pelo resultado do seu trabalho.
  • O estabelecimento de parcerias comerciais com esses produtores não inferiores a 5 anos.
  •  A aplicação dos lucros obtidos no desenvolvimento das comunidades onde estão integrados esses produtores.
  • A implementação de práticas de produção que respeitem o meio ambiente (agricultura biológica).
  •  Formação e optimização dos métodos de produção, com vista a uma maior competitividade.
  • Respeito pelos costumes e tradições vigentes, pela identidade dos povos indígenas, pela valorização do papel da mulher, etc.


sexta-feira, 2 de julho de 2010

Comércio Justo

Na vossa opinião quais são as vantagens do Comércio Justo?
Toca a responder!
(Formadora de CE)

Sociedade de Consumo



No módulo de Cidadania e Empregabilidade, temos vindo a reflectir sobre diferentes aspectos da Sociedade de Consumo.
Como é sabido algumas frutas são tanto importadas como existentes no nosso território, sendo o custo junto do consumidor bastante díspar.
Assim, foi-nos pedido o levantamento da origem e preços praticados para frutas que existissem no mercado, quer de origem nacional, quer de importação.
Seguem as tabelas ilustrativas do trabalho em questão, elaboradas por cada grupo.

Grupo 1

Denominação do fruto
Origem
Preço
Pêra
Espanha
1.50€
Pêra Rocha
Portugal
1.39€
Pêra Packhams
África do Sul
1.49€

Pesquisa feita a 19 de Junho de 2010, no Mini Preço
Formandos: Ana Monteiro, Carmen Santos, Helena Araújo e Teresa Costa

Grupo 2

Denominação do Fruto
Origem
Preço
Clementina
Portugal
0.99€
Clementina
França
1.29€
Maçã Gold Jones   
Espanha
1.69€
Maçã Gold Jones
Portugal
1.39€

Pesquisa feita a  21 de Junho de 2010, no Continente, em Viseu
Formandos: Gentil Monteiro, Sara Monteiro, Sónia Carvalho e Sofia Fernandes

Conclusões dos grupos 1 e 2

Tendo em conta as duas tabelas anteriores, podemos concluir que comprar produtos nacionais é mais vantajoso, pois:

• o custo para o consumidor é mais atractivo (preços mais baixos), uma vez que a mão-de-obra nacional sai mais em conta;

• a nível ambiental, implica menos poluição, visto não ser necessário transporte de longo curso;

• os produtos são de qualidade superior, uma vez que provem de uma agricultura tradicional, onde não são adicionados tantos adubos químicos;

• por fim, mas não menos importante, contribuímos para o desenvolvimento da economia nacional.

Grupo 3

Denominação do fruto
Origem
Preço
Nectarina
Espanha
1.50€
Nectarina
Portugal
2.99€
Noz do Alentejo
Portugal
3.99€
Noz casca grossa
França
3.49€

Pesquisa feita a 22 de Julho de 2010, no Pingo Doce, Peso da Régua
Formandos: Anabela Nunes, Liliana Mesquita, Paula Silva e Rosa Cardoso

Grupo 4

Denominação do produto
Origem
Preço
Pêssego
Portugal
1,50€
Pêssego
Espanha
1,20€
Maçã Golden
Portugal
1,20€
Maçã Red Delicios
Argentina
0,99€

Pesquisa feita a 22 de Junho de 2010, no Pingo Doce, Peso da Régua
Formandos: Cátia Cardoso, Conceição Alves, Helena Sequeira e Maria José Marques

Conclusões dos grupos 3 e 4

Tendo em conta as duas tabelas anteriores, constamos que os produtos importados são, por vezes, mais baratos. Mas é necessário no acto de compra ter em conta as seguintes reflexões.

1. Ao aderirmos aos produtos importados é favorável para o consumidor, pois tem um custo menos elevado, mas não estamos a contribuir para a economia nacional.

2. A nível ambiental, apesar do produto importado ser mais barato, ao adquiri-lo estamos a prejudicar o meio ambiente, pois ele necessita de um transporte mais longo, o que contribui para a poluição do ar.

3. Nos países estrangeiros, a mão-de-obra é mais cara, pois a agricultura é mais mecanizada, logo necessita de uma mão-de-obra mais especializada. Todavia, o poder económico mais elevado dos países estrangeiros permite a comercialização dos produtos a um preço baixo.



Balanço do trabalho
Assim, verificada a variação de preços da fruta nacional como importada e avaliados os prós e contras a diferentes níveis, podemos concluir que resta ao consumidor fazer escolhas conscientes e, claro, segundo critérios pessoais (como por ex.: a nível do orçamento do lar).

A nossa opinião
Nós, unanimemente, preferimos produtos nacionais. Achámos que têm qualidade superior (a nível do sabor) e queremos contribuir para a economia nacional.
Sugestão: quando a fruta nacional é mais cara, temos sempre a possibilidade de optar por outros tipo.